domingo, 9 de fevereiro de 2014

Resenha: This Girl – Colleen Hoover



“This Girl” é o terceiro (e último) livro da série Slammed, escrita pela americana Colleen Hoover. O livro, na verdade, não dá continuidade à história, mas relata os acontecimentos do primeiro livro pelo ponto de vista de Will.

Will e Lake estão em sua de mel e, nas pausas entre o sexo, começam a conversar sobre sua história. Eles vão recordando momentos e Will acaba contando como se sentiu em cada situação. É interessante para quem leu Slammed e Point of Retreat ler o ponto de vista dele, entender um pouco melhor o que passou pela sua cabeça.


Out of all the reasons I can come up with for her to go, there’s only one reason I can come up with for her to stay. I love her.


Obviamente esse livro não deve ser lido para quem não leu os dois volumes anteriores, pois não entenderá praticamente nada da história. Também não é aconselhável que você o leia assim que terminar Point of Retreat, já que não há (quase) nada novo e a história ainda estará fresca na sua mente. This Girl foi feito como uma forma de matar a saudade das personagens com as quais acabamos nos afeiçoando e, como eu falei, também para entender o lado do Will da história.

Minha nota final para This Girl seria 3.5, mas o livro contém um epílogo muito interessante e fofinho, o que acabou fazendo com que minha nota final fosse 4 porquinhos. Gostei de lembrar os acontecimentos de Slammed, além passar mais um tempinho junto a personagens tão queridos como Will e Lake. Recomendo o livro (e, claro, a série) para leitores que curtem um romance cheio de obstáculos, altos e baixos (mais baixos do que altos) e naquela pegada new adult que tem se tornado tão popular.

304 páginas (Kindle Edition) | Slammed #3 | Editora: Atria Books





sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Na Playlist: Beyoncé, Christina Aguilera, Ciara & Katy Perry

Durante essa semana, escutei várias músicas repetidamente - sabe quando elas simplesmente não saem da sua cabeça? A minha favorita, ultimamente, é "Partition", da Beyoncé. Escutei muito também "We Remain", da Christina Aguilera, que está na trilha sonora de Jogos Vorazes: Em Chamas, além de "Like a Boy", da Ciara, apesar de ser uma música mais "antiguinha", e "Part of Me", da Katy Perry.





E vocês, quais músicas escutaram muito recentemente?

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Leituras + Favorito: Dezembro/2013 (Parte I)

Bora começar o ano falando das minhas leituras de dezembro? Assim como em 2012, consegui aproveitar bastante o último mês do ano, em relação às minhas leituras. Li 16 livros e um conto! \o/ Decidi dividir o post em dois porque, como são muitos livros e está tudo escrito, ficaria cansativo para vocês. Amanhã posto a parte II. (:


Amante Liberto (Irmandade da Adaga Negra #5) – J.R. Ward: Não posso dizer para vocês que esse é o meu livro preferido da série Irmandade da Adaga Negra. Não sei explicar exatamente por que, mas não gostei tanto desse volume quanto dos anteriores. Acho que o Vishous não me cativou tanto quanto os outros Irmãos.







sábado, 4 de janeiro de 2014

Resenha: Simplesmente Ana – Marina Carvalho

Ana nunca conheceu seu pai. Sua mãe disse que ele a abandonou quando descobriu sobre a gravidez. Dona Olívia, que estava fazendo intercâmbio na Inglaterra, voltou para o Brasil, teve Ana e criou ela assim mesmo, sem pai. Mas vinte anos depois, um homem entra em contato com a garota através do facebook. Ele deixa uma mensagem simples e direta: “Acho que sou seu pai”. O pequeno detalhe é que ele é, também, o rei de um país pequenino, no leste da Europa, chamado Krósvia.

Determinado a passar um tempo com sua filha e conhecê-la melhor, Andrej (lê-se Andrei) convence Ana a passar uma temporada - apenas seis meses - na Krósvia, para conhecer o país e ser apresentada à população como a princesa, herdeira legítima do rei. Relutante, a garota aceita a proposta. Apesar da saudade que sente do Brasil, da família e dos amigos, ela se encanta por Krósvia - só não imagina que também vai se encantar por Alexander, o enteado de seu pai.

Olha, eu nem sei se tinha expectativas altas ou não em relação a “Simplesmente Ana”. Só me encantei pela capa e, como não consegui solicitar o kit na época do lançamento, - perdi o prazo de solicitação - decidi comprá-lo. Não é o melhor livro que eu já li na minha vida, mas gostei bastante da leitura.

Adorei a história que a Marina criou - apesar dos clichês, que foram responsáveis pelo pequeno desconto na minha nota final. Creio que o melhor de ler um livro brasileiro são as referências ao nosso país, né? Foi bem legal ver algumas citações de músicas do Jota Quest, por exemplo. E como a Ana é de BH, há várias referências à culinária mineira - e brasileira, em geral.

O enredo não me surpreendeu muito, - não achei nada excepcionalmente original - mas me senti conectada à história da Ana (uma protagonista muito bem construída), e gostei da forma como a Marina foi conduzindo a narrativa. Não dá pra explicar muito bem, simplesmente gostei do livro, gostei da história.

304 páginas | Livro único | Editora: Novo Conceito


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Resenha: Tangled – Emma Chase

“Tangled” conta a história de Drew Evans, um cara lindo, rico e extremamente arrogante, que é muito conhecido por realizar acordos multimilionários e seduzir as mulheres de Nova York. Acostumado a sempre ter tudo o que quer, quando quer, Drew é pego desprevenido quando tenta seduzir uma moça em um bar, mas é rejeitado.

Na segunda-feira seguinte, Drew tem mais uma surpresa: a moça que o rejeitou no sábado à noite é Katherine Brooks, sua nova colega de trabalho. Até aí não haveria realmente nenhum problema que o impedisse de ficar com ela... Mas Drew tem regras. E uma delas é não ter relacionamentos românticos com colegas de trabalho.

Todavia, a determinação de Drew é posta à prova quando ele tem que trabalhar junto a Kate em mais um acordo milionário. Será extremamente difícil para ele trata-la simplesmente como uma amiga, devido à atração entre eles. Mas Kate está noiva e não pretende trair Billy. Será que eles conseguirão se controlar e ser só amigos?

Algumas pessoas já tinham indicado “Tangled” pra mim, e confesso que a sinopse me deixou curiosa, mas não a ponto de eu pegar logo o livro e lê-lo de uma vez. Depois das votações no Goodreads, na qual “Tangled” ganhou a categoria Debut Goodreads Author, pensei: é agora, vou finalmente ler esse livro. Chegando o fim do ano, não me controlei. O resultado? Mais um livro para a lista dos favoritos.


A primeira coisa que me cativou em “Tangled” é que o livro é narrado por Drew, diferente de muitos romances. E não é só isso que deixa a narrativa cativante. Drew é um cara engraçado, que ama a sua família e não mede esforços para ter o que ter. Ele narra a história de forma descontraída, parando as cenas no meio para explicar certos comportamentos ou fazer com que o leitor entenda melhor o que está acontecendo através de algumas metáforas meio... Diferentes.

Além da narrativa diferente e incrível, a história em si também é muito boa. E bem desenvolvida. Ela começa no meio, para então voltar o começo e finalmente dar-nos um final. O foco, primeiramente, é explicar como Drew e Kate se conheceram e o relacionamento entre eles. O resto vem depois.

Gostei muito de “Tangled”, o livro prendeu a minha atenção desde o início. A leitura é extremamente leve, justamente por ter essa narrativa descontraída. Adorei a escrita da Emma, e pretendo continuar acompanhando essa série. É uma pena que o volume seguinte, “Twisted”, será publicado apenas em março, mas já está disponível um livro mais curtinho, “Holy Frigging Matrimony: A Tangled Series Short Story” (que eu já li e também adorei). Indico “Tangled” para... Ah, indico para todo mundo. É um livro bom demais, ponto.

254 páginas (Kindle Edition) | Tangled #1 | Editora: Gallery Books


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Próximas Leituras: Janeiro/2014

Quais livros eu vou escolher para iniciar 2014? Tarefa difícil, com certeza. Decidi escolher algumas leituras pendentes, livro que foi adaptado para o cinema e outros que foram lançados recentemente e estou louca para ler. Espero que gostem. (:


A Menina Que Roubava Livros – Marcos Zusak: Em janeiro estreia a adaptação de “A Menina Que Roubava Livros”, que eu obviamente quero assistir. Como eu já tenho o livro há quatro anos e meio (até comecei a ler, mas não passei da página sessenta), unirei o útil ao agradável e o lerei antes de assistir o filme, para tirar minhas próprias conclusões quanto à adaptação.

Harry Potter e o Cálice de Fogo (Harry Potter #4) – J.K. Rowling: Sim, minha gente. Esse livro ainda está na minha lista de leituras. Eu ainda não terminei a releitura do quarto volume da série Harry Potter, e ele acabou pendente para o próximo ano, mesmo.

Amante Consagrado (Irmandade da Adaga Negra #6) – J.R. Ward: Quando recebi alguns livros da série Irmandade da Adaga Negra, que meu pai comprou para mim online, fiquei louquíssima, li “Amante Liberto” em apenas um dia e logo comecei a ler “Amente Consagrado”. Percebi meu erro – geralmente quando leio livros da mesma série logo em seguida, acabo não gostando muito e fico enjoada da mesma – e larguei a leitura. Pretendo termina-la em janeiro.

A Fada – Carolina Munhóz: Por que não adicionar um nacional à minha listinha, não é? “A Fada” foi o primeiro romance da Carolina Munhóz e comprei-o na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, este ano. Até agora não li, ficou parado na estante. Não mais.

Um Porto Seguro – Nicholas Sparks: Tenho uma amiga que curte muito Nicholas Sparks. Ela já leu vários livros dele e é apaixonada por eles, mas entre todos os que ela me indicou, “Um Porto Seguro” é o que chama mais a minha atenção. Li críticas bastante positivas quanto ao livro, que parece ser um pouquinho diferente daqueles romances melosos característicos do Sparks.

Shopaholic Takes Manhattan (Becky Bloom #2) – Sophie Kinsella: Eu gostei muito de “Delírios de Consumo de Becky Bloom” e estava louca para ler os volumes seguintes, mas infelizmente os livros da Sophie Kinsella não são muito baratos. Encontrei uma versão pocket de “Shopaholic Takes Manhattan”, a versão em inglês de “Delírios de Consumo na 5ª Avenida” na Livraria Saraiva e decidi comprar. Começarei 2014 lendo em inglês também, por que não?

O Mundo Pelos Olhos de Bob – James Bowen: Vocês já leram “Um Gato Chamado Bob”? Apesar de não ser o meu livro favorito com animais como personagens principais, me afeiçoei muito ao gatinho que dá nome ao livro, o Bob. Ler um pouquinho mais sobre ele parece ser uma boa opção e, além disso, as críticas são positivas em relação a “O Mundo Pelos Olhos de Bob”.

Círculo (Trilogia Engelsfors #1) – Mats Strandberg & Sara B. Elfgren: Vi o anúncio desse livro no skoob e, depois de ler a sinopse, fiquei muito interessada. Pretendo compra-lo o mais rápido possível e lê-lo já no mês que vem.


E vocês, já fizeram sua listinha de leitura para janeiro? Se já leram algum dos livros que citem, deixem sua opinião nos comentários, por favor.


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Resenha: Wallbanger – Alice Clayton

Wallbanger (Cocktail #1)
Autora: Alice Clayton
Editora: Omnific Publishing
Páginas: 314 (Kindle Edition)

Fazia um tempo que eu queria ler “Wallbanger”, porque via no Goodreads muitos comentários sobre o livro ser engraçado, descontraído, e ter uma história de amor meio louca e cativante. Decidi finalmente ver por mim mesma se o livro era “tudo isso”, e acabei gostando muito e concordando com quase tudo que falam sobre o mesmo.

O livro conta a história de Caroline e Simon, mais conhecido como Wallbanger. Caroline se mudou recentemente e pensou que viveria em completa paz, até ir dormir (ainda em sua primeira noite no novo apartamento) e escutar uns gemidos altos. Até aí não há nada estranho, apenas incômodo. Mas sua parede começa a tremer, graças à atividade rolando no outro apartamento. E a parede treme pra caramba!

Depois de esse evento se repetir algumas vezes (e com mulheres diferentes), Caroline finalmente se irrita e decide confrontar Simon. Ela bate em sua porta e o interrompe no meio de sua “performance”, e quando finalmente conhece o vizinho que lhe privou muitas horas de sono, fica sem palavras. Wallbanger não é só bonito – ele é lindo, estonteante. E ele ainda está duro!

O destino parece estar conspirando a seu favor – ou talvez contra si – quando Caroline vai a uma festa com suas duas amigas e acaba encontrando Simon por lá. Ela também descobre que ele é amigo de sua chefe, que até então não havia comentado nada com ela. Fadada a conviver com o vizinho inconveniente, pois suas amigas se engraçaram com dois amigos dele, Caroline percebe que Simon não é simplesmente um cara fútil que gosta de transar com mulheres diferentes e interromper seu sono. E quanto mais ela o conhece, mais difícil fica não se apaixonar por ele.

Por onde eu começo? Vi muitos comentários sobre o livro ser hilário: ele tem seus momentos engraçados, sim, mas em nenhuma parte eu ri até chorar. Dizem que ele é descontraído: sim, realmente é. E se a história de amor é fofa? Bom, não exatamente fofa, mas ela é cativante.

Simplesmente adorei a forma como a Caroline e o Simon se conheceram, e os comentários que rolaram a partir desse encontro! Gostei muito do fato de o relacionamento deles ter começado como amizade, mesmo com toda a tensão sexual rolando. E ficou claro, desde o princípio, que eles são perfeitos juntos! Não tem como não torcer para tudo dar certo desde as primeiras palavras trocadas! ❤

Gostei muito da escrita descontraída da Alice, e acho que ela acertou na mão, tanto na criação das personagens quanto no desenvolvimento do relacionamento entre elas. Pretendo ler outros livros da escritora, e espero ansiosamente pelo lançamento dos próximos livros da série Cocktail.


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Resenha: Babe in Boyland – Jody Gehrman

Babe in Boyland
Autora: Jody Gehrman
Editora: Dial
Páginas: 292 (Kindle Edition)

Em “Babe in Boyland” nós conhecemos Natalie, uma garota de dezessete anos que tem uma coluna no jornal escolar, em que ela, com o pseudônimo de Dra. Afrodite, aconselha meninas que têm problemas amorosos. Apesar do fato de Natalie não ter nenhuma experiência amorosa ou sexual, ela acreditava que seus conselhos eram bons, até que vários meninos passaram a reclamar de sua coluna e pedir para que ela parasse de dizer às meninas apenas o que elas queriam ouvir, sem realmente saber a situação pelo lado masculino.

Natalie, pensando sobre o assunto, acaba concordando que realmente não sabe como os garotos pensam e porque agem de certa maneira com algumas garotas. Ela tenta entrevistar alguns meninos, mas não obtêm um resultado satisfatório. Então ela tem uma ideia que, apesar de louca, pode ajuda-la a obter as respostas quanto ao comportamento masculino: se disfarçar de garoto e entrar na Academia Underwood, um colégio interno apenas para meninos. Lá ela tem certeza que conseguirá aprender melhor como funciona a mente masculina. O único problema é que ela acaba se apaixonando pelo seu colega de quarto, que obviamente não sabe que ela é uma garota.

A princípio, achei que “Babe in Boyland” fosse mais um romance bobinho, daqueles que é bom de ler quando queremos nos distrair e que não acrescenta nada a nossa vida, mas a verdade é que o livro é mais profundo do que parece, e deixa o leitor questionando sobre o comportamento das garotas e garotos, e porque são tão diferentes – mas ao mesmo tempo tão parecidos.

Natalie, que é a personagem principal e também a narradora da história, é uma personagem carismática e com quem é muito fácil se identificar. Quando ela se transforma em Nat, o garoto que acabou de entrar na Academia Underwood, ela percebe como algumas coisas que nós, garotas, fazemos são tão naturais que não pensamos sobre elas – rebolar quando andamos, ficar ajeitando o cabelo quando o garoto que gostamos está por perto, os gritinhos e interjeições de surpresa do tipo “oh my God”... São coisas tão naturais para nós, mas os garotos não fazem isso, então ela tem que aprender a reprimir seu lado feminino.

Gostei do modo leve como a Jody conduz a história. Todas as personagens introduzidas tem alguma importância, nem que seja mínima, e a forma como ela trata das diferenças e igualdades entre meninos e meninas é bem natural, de forma que vamos absorvendo aos poucos as experiências de Natalie e suas conclusões quanto ao “lado masculino” do mundo. Gostei muito da leitura, principalmente por ter me surpreendido. Recomendo às leitoras de plantão, porque creio que não seja uma leitura tão legal para os garotos – mas afinal, já que não somos tão diferentes assim, vai que algum de vocês goste do livro também, né?