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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Entrevista: Liana Cupini


Hoje eu decidi fazer um post diferente, algo que não rolava no blog há muito tempo: uma entrevista. Escolhi a escritora Liana Cupini, e não foi por acaso. Li “Estigmas da Luz” há alguns dias – e já postei a resenha no blog – e desde então, não consigo tirar as personagens, a trama, os mistérios, da minha cabeça. Fica tudo ali, rondando os meus pensamentos. Como eu queria conhecer um pouco mais sobre ela, decidi fazer a entrevista. Espero que vocês gostem (:

Liana Cupini, natural de São Paulo - SP, nasceu em 11 de Fevereiro de 1984. Formada em Comunicação Social (Publicidade), estudou Comércio Exterior e tem MBA em Recursos Humanos.

1 - Liana, primeiramente eu gostaria de te agradecer por ceder esta entrevista ao Books and Other Things. Adorei o teu livro, e fico muito feliz por estar tendo este contato contigo.
R: Que bom que você gostou do livro! Saiba que é isso que nos motiva a continuar!


2 - Uma das primeiras perguntas que me fiz, ao começar a ler Estigmas da Luz, foi se você acreditava em anjos, Deus ou esse tipo de coisa. Você acredita?
R: Claro. Eu acredito em Deus, muito. E acredito em anjos. Mas acredito em pessoas que são inspiradas por Deus e nos ajudam em momentos difíceis... Tem essa teoria mais bem explicada em “Guardiões”, segundo livro da série.

3 - De onde surgiu a ideia para Estigmas da Luz? Apesar de falar um pouco de anjos, e proposta é inovadora: dois irmãos gêmeos que conseguem trocar de cor – e possuem outros dons, também. E havia também algumas lendas... Você que as criou?
R: Bom, eu queria falar de preconceito, mas não de uma forma batida. Aí um dia encontrei o livro Anjos Caídos, a orgiem do mal e vi que ali estava o que eu precisava. Mas eu não inventei as lendas e a parte histórica: tudo foi profundamente pesquisado. Tipo O Código Da Vinci. Tem que ser algo que possa ser real, mesmo sendo ficção.

4 - No livro, você cita lugares como Egito, Nova York, Canadá e etc. Você já esteve em alguma dessas cidades?
R: Só em NY e Toronto. Mas aceito convites e patrocínios, rs. Eu adoraria poder viajar o mundo, e acho que passo essa paixão nos livros!

5 - Quando você decidiu que queria ser uma escritora? Ou melhor, quando decidiu realmente correr atrás, publicar seu livro e tal?
R: O Estigmas da Luz saiu de um desabafo. E está sendo uma jornada ter livros publicados, porque eu sou independente, então cuido de tudo. Mas a Above, editora do “Estigmas da Luz”, me ajuda muito. Foi graças a eles que eu fui para a Bienal do Rio! Mas distribuição, marketing, essas coisas, é por minha conta.

6 - “Estigmas da Luz” é o primeiro volume da série Luz e Escuridão. Você já tem previsão de lançamento para o próximo volume? Sabe mais ou menos quantos livros farão parte da série?
R: São três livros: Estigmas, Guardiões e Reino. O “Guardiões” está pronto e logo vai rolar uma mega promoção para Leitores Beta. Para saber mais, basta acompanhar meus blogs ou meu twitter (@LicaCupini).

7 - “Antes Tarde Que Mais Tarde” é um livro totalmente diferente de “Estigmas da Luz”. Este primeiro é mais um chick-lit, certo? Qual escrita fluiu mais fácil, pra você? O estilo mais “comédia”, ou a aventura, o mistério?
R: Eu amei escrever o “Antes Tarde Que Mais Tarde” porque não tem pesquisa, só historia, então é mais fácil. E eu também tentei diferenciar no estilo: “Estigmas da Luz” é em terceira pessoa, enquanto o ATMT é em primeira. Acho que para chick-lits, primeira combina mais; mas para ficção, a terceira pessoa te dá uma visão mais ampla do cenário. Eu amo escrever, e logo vão sair dois infantis, que é uma delicia de escrever, porque te dá a sensação de "mudar o mundo". É maravilhoso!

8 - E por último, você tem alguma dica para quem está iniciando a carreira de escritor? Algum aviso, ou algum conselho?
R: Seja determinado, porque nada vai ser fácil. Nem escrever, nem publicar, nem viver disso. Aliás, poucos são os escritores que vivem de livros, então não largue seu emprego, porque pode demorar anos para você se tornar o próximo Spohr ou Vianco...

E é isso (: Eu fiz as perguntas que estavam mais presentes na minha mente, as coisas que estavam me deixando curiosa e tal. Fiquei muito feliz de saber que logo o segundo volume da série será lançado! E viram que fofa a Liana é? Para saber mais sobre a escritora, vocês podem acessar o blog do selo brasileiro, o blog dela, e podem também segui-la no twitter.

Espero que tenham gostado da entrevista, e podem se acostumar, porque agora elas serão cada vez mais frequentes, (:

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Entrevista: Eliane Quintela

Hey, (; Hoje eu fico muitíssimo feliz de trazer pra vocês uma entrevista que eu fiz com a Eliane Quintella, autora de Pacto Secreto, que eu resenhei no blog semana passada. O livro é ótimo, a Eliane é super querida, e a entrevista ta boa demais! Quer ver? Check it out:

1. Eliane, primeiro eu queria te agradecer por estar respondendo a esta entrevista. É uma honra pra mim, sinceramente, (:
Olá Samantha. É um enorme prazer estar aqui e responder a sua entrevista. Gostei muitíssimo da sua resenha.

2. O seu livro, Pacto Secreto, fala bastante sobre Deus, o diabo, e certas crenças. Você é bem religiosa, ou não acredita muito em Deus e etc?
Quando eu olho a natureza e seu caos magnífico, quando percebo como a vida se cria e a impossibilidade do homem em recriá-la, quando percebo a infinitude do universo, eu tenho certeza de que existe uma força superior, que, na nossa época, chamam de Deus. Mas eu não acredito que essa força tenha a natureza quase humana que se preocupa com a humanidade, com seus pedidos, com seus desejos e etc. Tampouco acredito que existe uma entidade maligna chamada diabo que quer nos aliciar. Acho particularmente cômodo culparmos o diabo e não ao próprio homem por tudo de ruim que acontece no mundo. Tenho a opinião de que a crença é um ato de fé e não se explica racionalmente. Por isso não me interessa discutir qualquer tipo de crença e não me importa se concordam ou discordam do que eu penso, já que tenho ciência de que é uma “crença” e, portanto, irracional. Acredito que devemos evoluir e aceitar toda espécie de crença e não recriminar uma ou outra sem maiores explicações. Se acreditar é um ato sem explicação racional, como buscar convencer a outra pessoa de uma ou outra religião? Se olharmos a História, veremos que o homem, conforme sua cultura e percepção do mundo, em cada momento se apoiou em uma crença diferente. Devemos condená-los (todos?) ao inferno por não serem cristãos? Acho realmente sem sentido querer doutrinar todo o mundo, considerando todas suas diversas culturas, influências, conhecimento e etc, em um único sistema de crença. Acho ainda mais absurdo chamar quem não é da mesma crença de pecador, ameaçá-lo de ir ao inferno entre outras formas de coação. A liberdade para acreditar deve ser respeitada.

3. Durante o livro, podemos conhecer bem Valentina, e vemos que ela é uma protagonista corajosa, inteligente e que vai atrás do que quer. Você também é assim? Ou a personagem foi baseada em alguém que você conhece?
O livro não foi baseado em minha vida, tampouco a Valentina é inspirada na Eliane. Eu busquei na Valentina colocar todas as características que aprecio em uma heroína e, é por isso, que ela é corajosa, inteligente, linda e etc. O único problema de Valentina é que ela carrega uma grande culpa. Ao longo da saga ela compreenderá que a culpa é uma forma de controle da sociedade, que ela deve livrar-se da culpa e da falsa moralidade para seguir realmente sua vontade, entre outras questões filosóficas importantes que ficarão implícitas na saga e que a Valentina compreenderá.

4. Vi no site do livro que você sempre gostou de escrever. Mas você sempre sonhou em escrever um livro, ou era apenas um hobby, que foi se tornando mais profissional?
Eu sempre quis ser escritora, porém colocava obstáculos para seguir esse sonho. Não é segredo para ninguém as dificuldades que o escritor nacional sofre para conseguir um lugar ao sol. Depois percebi que eram todas desculpas e que não havia razão para acreditar que eu não podia superar esses obstáculos, se eu nem tinha tentado. Quando eu escrevi PACTO SECRETO tinha a vontade de largar tudo no dia seguinte, mas aguardei o tempo necessário para tomar essa decisão de forma convicta e madura para que depois eu não julgasse que segui apenas um impulso. Eu percebi que se não buscasse meu sonho, ninguém o faria por mim. Também descobri que eu já não conseguiria viver de outra forma, a não ser de acordo com minhas convicções e vontade. E foi depois de algum tempo que escrevi o livro que larguei tudo para seguir minha vontade.

5. A inspiração pra escrever Pacto Secreto veio de alguma coisa que aconteceu com você? – claro, não um enviado querendo fechar um pacto contigo, IAHSIUHAS.
Não, felizmente nada parecido aconteceu comigo. É uma história totalmente inventada. Eu queria que a personagem principal carregasse um motivo que as pessoas achassem legítimo, e pensei: qual motivo poderia ser melhor que a grande culpa? As pessoas insistem em carregar culpas enormes, quando percebemos nós mesmos estamos nos culpando de uma coisa ou de outra. A sociedade adora apontar com um dedo acusador ao grande culpado ainda que tenha inúmeros esqueletos em seu próprio armário. Achei interessante colocar um motivo que pensariam legítimo para o grande dilema de assinar ou não um pacto com o diabo. A culpa envolve muitas questões importantes como, por exemplo, a culpa é ou não uma forma de controle da sociedade? A culpa é ou não uma forma para que você abra mão de uma vontade sua em função da vontade de outra pessoa? É ou não justo que você abra mão de sua vida para viver em função dos anseios de outra pessoa? O que é a compaixão e a piedade? São formas de fraqueza? São formas de mascarar a realidade? Ou é um bem? Enfim, muitas questões filosóficas que dá muito o que pensar e refletir.

6. Todo escritor tem afeição por um personagem, tipo um filho favorito. Qual é o seu personagem favorito em Pacto Secreto?
Puxa essa é difícil! Gosto de vários, mas acredito que seja a própria Valentina por sua força incrível, sua coragem e sua perseverança que realmente inspiram a gente a ir além.

7. Pra encerrar, o que podemos esperar de Prazer Secreto, a continuação da série?
Eu já estou publicando o primeiro capítulo do Prazer Secreto em meu blog. A saga promete revelar o que é realmente o pacto com o diabo, porque a Valentina é tão desejada pela Ordem entre outras revelações importantes.

Gostaria de agradecer pela entrevista maravilhosa. Adorei responder às suas perguntas. Acho que você perguntou o que muitos leitores também gostariam de perguntar. Você é muito especial. Um grande abraço e obrigada novamente pela parceria!

E aí, gostaram de saber um pouco mais sobre a Eliane, e Pacto Secreto? Quem ta esperando Prazer Secreto levanta a mão, \õ/ IUAHSIUAHS Anyways, espero que tenham gostado, (;

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Entrevista: Aline Welinsky (Caindo de Boca)

Bom dia, pessoas. Hoje eu trago pra vocês uma entrevista com uma pessoa muito querida, que eu adoro. Eu entrevistei, por e-mail, a Aline, do blog Caindo de Boca. Ela é a autora de “O Cristal”, primeiro livro da série Nienna, um romance ainda não publicado, que você pode encontrar – até alguns capítulos – neste blog. Então, confiram abaixo a entrevista, (:

01 - Oi Aline, (: Primeiramente, obrigada por aceitar responder essa entrevista, ok? Como ta sendo seu dia hoje? – qq
Oi! De nada, imagina, eu sempre gostei de responder essas coisas, me passa a ilusão de que sou importante. AOIHSIOHAS
Então, meu dia até agora tem sido cruel. Acordar cedo é sempre um desafio, ainda mais se for para trabalhar. Mas, ok, admito que podia ser pior, já que não estou trabalhando porcaria nenhuma e sim lendo Perfeitos como se minha vida dependesse disso. O engraçado é que ninguém aqui parece se importar comigo matando trabalho.

02 - Quais os primeiros livros que você leu?
Adivinha? Harry Potter, é claro. Os primeiros três livros que li na vida foram os primeiros livros da série. Só depois tive contato com outros autores, provavelmente O Garoto da Casa ao Lado, da Meg Cabot, ou Um Amor de Detetive, da Sarah Mason, não tenho certeza qual deles. Tenho o maior orgulho do mundo ao dizer que sou da geração Harry Potter e tive o prazer de crescer junto com a história. J.K. Rowling é a responsável por grande parte do que eu sou hoje, principalmente se considerar que eu vivo para os livros. Tudo o que eu decidi fazer na minha vida começou com Harry Potter: me formei em Letras, virei cliente VIP de qualquer lugar que venda livros, criei um blog literário - que é meu e de uma amiga - e escrevi um livro. No fim, decidi ser escritora por profissão (tá que ainda não consegui, mas estou no caminho). HP é um vício meio doentio, pra mim, mas é sensacional, não saio dessa vida por nada.

03 - Quantos anos você tinha quando leu seu primeiro livro?
Putz, viagem ao país da memória. Eu deprimo quando penso que o primeiro livro DE VERDADE - sem ser aqueles com mais figuras que palavras - que li foi há dez anos atrás. Tenho a data marcada no meu Harry Potter e a Pedra Filosofal, só por isso sei que eu tinha acabado de completar meus gradiosos (nem um pouco) doze anos. Ninguém na minha casa tem o hábito da leitura, então nunca fui incentivada a ler, mas quando bati o pé e quase matei meus pais de tanto perturbar querendo o livro, eles cederam e me deram de presente, para me fazer calar a boca (depois até fizeram uma dedicatória bonitinha, dizendo que a leitura era um hábito saudável. Tá). De qualquer forma, ainda bem que fizeram isso, senão eu jamais me lembraria quando exatamente o li pela primeira vez. Dez anos é muito tempo. Envelhecer é uma merda.

04 - Qual estilo de livro você gosta mais de ler?
Sou APAIXONADA por fantasia, então qualquer livro que tenha monstros, seres mitológicos ou qualquer coisa que fuja da realidade, me amarro. Adoro o sobrenatural, parece que nos força a fugir da nossa realidade e parecem sempre mais bem feitos, como se carregassem um encantamento a mais. Claro, também gosto dos romances mais comuns, sem nada de absurdo, tanto que adoro livros mais apegados à nossa realidade, mas os fantásticos sempre deixam um gostinho melhor, pelo menos pra mim. Sou fascinada desde Harry Potter - óbvio - e a trilogia Fronteiras do Universo até Percy Jackson ou A Mediadora. Até Menina de Vinte, que é mais chick lit, ficou muito mais interessante do que os outros livros da Sophie Kinsella, só por ter um fantasminha. Amo, amo, amo.

05 - Consegue escolher apenas um (a) escritor (a) favorito (a)? Se sim, qual é? Se não, quem são? IUAHSIUHAS
Pô, fácil demais, mas a resposta é totalmente sem surpresa. Minha autora preferida é sem dúvida nenhuma J.K. Rowling, disparada. Para mim, ela conseguiu criar uma obra quase perfeita, tanto que mudou radicalmente todo o cenário da literatura infanto-juvenil do mundo. Mas, como eu preferir a J.K. não é novidade nenhuma, posso citar mais autores que eu não seria completa sem ter conhecido: Anne Rice, Tolkien, James Barrie, Lewis Carroll, Michael Ende (inclusive, até hoje eu tenho dificuldade em admitir que História Sem Fim NÃO é o melhor livro que eu já li. Ele é tão bom que deveria ser, mas é quase) e Philip Pullman. Me apaixonei pelos livros de Bernard Cornwell, também.
Foi mal ter citado vários, mas é que J.K. Rowling é previsível, precisava citar mais alguns. OISOIHAS

06 - Qual editora você acha que “acerta” mais nas capas?
Putz, difícil. Tem muitas capas que eu acho ótimas. As da editora Underworld, por exemplo, são sempre bem feitas e absolutamente lindas, mas eu já encontrei alguns problemas no que diz respeito aos textos das capas (e, como isso também conta como capa, não seria minha primeira escolha). Probleminhas de revisão nas sinopses, por exemplo, que nem fazem tanta diferença assim, mas que pra uma editora é inaceitável. Então, acho que eu escolho a Record. As capas mais antigas deles são mais estranhas, mas ultimamente eu só tenho visto capas lindas, como as da série Instrumentos Mortais e Fallen, por exemplo. Sério, Fallen tem a capa mais bonita que já vi em muito tempo e o trabalho da editora é sempre de primeira. Meu voto vai pra eles.

07 - Já leu algum livro em outra língua? Qual livro? Achou muito difícil?
Pô, eu já li! HUSIOHAS
Engraçado, porque eu tenho bloqueio mental com qualquer língua que não seja o português, então me bato muito com outros idiomas, mas uma vez eu encarei os fantasmas e comecei um curso de francês. Acabei lendo um livro inteiro em francês e, por incrível que pareça, consegui entender direitinho. Claro, algumas partes eu simplesmente pulava ou precisava me contentar só com uma ideia geral do que o autor quis dizer, mas eu consegui ler, no fim das contas. E até que era bem legalzinho, apesar de ser destinado à crianças de, sei lá, seis anos. Meio humilhante e tal, mas quem liga, as crianças da França devem ser leitoras bem competentes.

08 - Curte literatura brasileira? Quais livros você recomenda?
Nossa, adoro! Sou formada em Letras Português, então tive um contato grande com Literatura Brasileira. Já tinha antes da faculdade, mas claro que aumentou em muito na graduação, graças ao método quase sempre horrível que as escolas usam pra "ensinar" a literatura. Gosto dos autores mais clássicos e megaconhecidos, como Machado de Assis e Graciliano Ramos (embora depois de ler Angústia ter ficado dias meio perturbada), mas o que eu gosto MESMO é Clarisse Lispector e Marina Colasanti. Fernando Sabino também tem o meu respeito, adoro o cara. Claro, isso sem contar os infantis, como Monteiro Lobato, Ziraldo, Lygia Bojunga, Ricardo Azevedo, Ana Maria Machado... todos são ótimos =)

09 - Única pergunta sobre Nienna: O que te inspirou pra escrever o livro?
Então, a sua única pergunta é a única que eu não sei responder muito bem. OIHSOIHAOIHS
Eu até hoje não sei direito o que me inspirou a escrever. Já tinha algum tempo que eu estava com vontade de criar histórias, sempre fui muito criativa, mas até então (até seis anos atrás, praticamente. Sim, velha!) só tinha descontado essa criatividade toda nos meus desenhos. Desenho desde criança e por toda vida criei meus próprios personagens. Mas um dia decidi que conseguia fazer mais, aí tive vontade de escrever. Demorou alguns meses até que eu tivesse um motivo de verdade pra isso, pois, apesar de criativa, não tinha em mente uma história que parecesse digna de um livro. E a ideia de Nienna veio do nada, um tipo de visão maluca de uma garota muito loura e muito branca com olhos amarelos correndo pela floresta com borboletas em volta. Meio viajado, mas quando a imagem pulou na minha cabeça trouxe todo o enredo junto. Levantei e fui direto pro computador escrever, porque tinha tudo em mente (ou, pelo menos, o essencial). Com o passar dos anos, vi que aquilo tinha potencial e poderia agradar alguém, aí comecei a ter o desejo de ser escritora e poder provocar nas outras pessoas os mesmos sentimentos que eu tinha ao ler. Sei lá. Meio clichê e tal, mas é verdade. Claro, não acho que Nienna seja uma história espetacular ou algo assim, mas acho que com dedicação e o apoio de uma editora legal, pode dar certo, mesmo ainda tendo muito a melhorar.

E aí, curtiram a entrevista? Bom conhecer um pouco mais sobre a Aline, né? Bom, visitem o blog dela, leiam Nienna e, se gostarem – e provavelmente vocês vão gostar, rs – dêem uma força pro livro ser publicado, \õ/

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Entrevista: Juh Oliveto (Livros & Bolinhos)




Hello guys! ;D Hoje trago à vocês uma entrevista que fiquem suuper feliz de fazer. Ela é pequena, mas já foi muito bom ter um contato com a Juh, que é uma blogueira que eu admiro muito, e da qual eu amo o blog, *-* Espero que vocês gostem dessas cinco perguntinhas, (:

1 – Por que você decidiu criar um blog literário?
Eu sempre gostei de ler muito e falar sobre os livros que lia com os outros... Por outro lado, desde nova tinha blogs pessoais... Não sei em que momento decidi unir os dois, mas acho que vem dessa paixão por livros e do fato de estar acostumada com blog/internet. Infelizmente não tem nenhuma história legal. :\

2 – Você gosta de bolinhos? Kkk
AAAAAAAAMO. Amo, amo, amo. Cupcakes confeitados são deliciosos (L)

3 – Sei que é difícil, mas qual seu escritor ou escritora favorito?
Difícil? É quase impossível! Posso citar alguns? Rowling, Tolkien, Saramago, Agatha Christie, Nicholas Sparks, Meg Cabot, Sophie Kinsella... E por aí vai. Tem nacionais como Machado de Assis, Clarice Lispector e tal, mas a lista ia ficar imensa x)

4 – Por que você se decidiu pela faculdade de Jornalismo?
Foi uma coisa que decidi na quinta série, sempre gostei de escrever e já fazia parte do jornalzinho da escola, acho que acabou vindo naturalmente. Amo o que faço e estudo. AMO. *-*

5 – Você era muito nova quando se “apaixonou” pelos livros?
Considero o início desse namoro como, oficialmente, 1996 – quando tinha 6 anos, me formei no CA e ganhei O Pequeno Príncipe dos meus pais. Mas é claro que a parte de “devorar livros” só veio mais tarde, pós-Harry Potter... Afinal, enquanto o próximo livro não lançava, eu tinha que ler outra coisa! :P ;)


Então gente, é isso. A Juh é uma pessoa super fofa, sempre responde as perguntas que fazem pra ela no forms do blog, responde também pelo twitter - @livrosebolinhos – e enfim... Foi muito bom poder fazer essa entrevista com ela, rs.

E, obviamente, super indico pra vocês, o Livros & Bolinhos.


Samantha