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sábado, 15 de março de 2014

Sessão Pipoca #36 – Sintonia de Amor

Sintonia de Amor (1993)
Título Original: Sleepless in Seattle
Gêneros: Comédia, Drama, Romance
Direção: Nora Ephron
Duração: 105 minutos
Viúvo há um ano e meio, Sam Baldwin (Tom Hanks) não consegue esconder de seu pequeno filho Jonah (Ross Malinger) a tristeza pela qual está passando. Preocupado, Jonah participa de um programa de rádio chamado “Sleepless in Seattle”, por telefone, dizendo que gostaria de arrumar uma namorada para o pai. Muito longe dali está Annie Reed (Meg Ryan) que, viajando de carro, ouve o desabafo de Sam e acaba se apaixonando por ele.


“Sintonia de Amor” conta a história de Sam, um cara que perdeu sua esposa há cerca de um ano e meio e ainda não superou o acontecido. Ele morava em Chicago com seu filho, Jonah, mas acabou mudando-se para Seattle na tentativa de superar a morte da amada. Um dia seu filho, preocupado com o pai, liga para um programa de rádio e diz que o seu desejo de Natal é que seu pai arranje uma nova esposa.

Comovidas com o pedido do menino e, depois, com o depoimento de Sam para o programa, várias mulheres de todo EUA mandam cartas para eles, descrevendo-se e pedindo uma chance. Nenhuma, até então, tinha chamado a atenção do pequeno Jonah, que lia todas as cartas – ao contrário de seu pai. Mas é quando Annie, de Baltimore, em Chicago – coincidentemente, onde os dois moravam antes – manda a sua carta que Jonah sente que achou a pessoa certa para ser a sua madrasta. Ele só deve convencer seu pai a encontrá-la no topo do Empire State, em Nova York (simplesmente do outro lado do país) no dia dos namorados.

Eu comprei o DVD de “Sintonia de Amor” porque ele estava em uma lista de 62 Filmes Românticos em algum site por aí. Achei a sinopse interessante e decidi assistir. O problema é que, eu creio, coloquei muita expectativa em cima de uma comédia romântica – sem querer ser pejorativa, mas provavelmente já sendo. É comum, nesse gênero, o uso de clichês e toda aquela coisa de amor à primeira vista (ou, nesse caso, à primeira ouvida), porém às vezes isso não me convence, e foi o que aconteceu com esse filme.

Annie está para se casar com Walter, mas quando ouve sua mãe falando sobre como conheceu seu pai, percebe que não sente por seu noivo aquele amor arrebatador que sua mãe descreveu. Quando ouve Sam falando sobre sua falecida mulher, aí mesmo é que ela percebe que casar-se com Walter não é a coisa certa a fazer. O que ela faz, então? Apaixona-se por um homem que ela nunca viu na vida, e que mora simplesmente do outro lado do país. A partir disso, ela faz o que pode para encontrar-se com ele e sentir se a química realmente rola entre os dois. Isso tudo não me convenceu muito.

O que eu gostei muito no filme foi a interpretação do ator Ross Malinger, no papel do pequeno Jonah. O menino é uma fofura e não deixa a desejar em sua atuação. Tom Hanks há onze anos: não mudou nada! É incrível. E eu não conhecia a atriz Meg Ryan, que interpretou a Annie, mas achei-a muito linda também (e vi que já fez outras comédias românticas, também). Mas quem levou o filme adiante foi realmente o Ross.

Portanto, posso dizer que o que eu não gostei foi, na verdade, o modo como a história foi conduzida. Talvez a Annie pudesse ter conhecido o Sam um pouco melhor antes de se apaixonar loucamente por ele. Mas gostei das personagens e do filme em si. Eu só não deveria ter tido tanta expectativa com uma comédia romântica, só isso.





sábado, 3 de agosto de 2013

Sessão Pipoca #35 – “Minha Mãe é uma Peça”, “Universidade Monstros” e “O Concurso”


• Minha Mãe é uma Peça – O Filme (2013)
Título Original: Minha Mãe é uma Peça – O Filme
Direção: André Pellenz
Gêneros: Comédia, Nacional
Duração: 85 minutos

Adaptação da comédia que já levou quase um milhão de espectadores aos teatros pelo Brasil, “Minha Mãe é uma Peça – O Filme” acompanha as hilárias peripécias de Dona Hermínia, uma mulher de meia idade, aposentada, que após ser trocada pelo marido por uma mulher mais nova e não ter mais que cuidar dos filhos já crescidos, tem como preocupação maior procurar o que fazer. Sem um trabalho ou um companheiro, a nada simpática Dona Hermínia passa seu tempo desabafando com a tia idosa, fugindo da vizinha fofoqueira, ou “enchendo o saco” dos filhos ao tentar continuar a “cuidar” da vida deles.

A Dona Hermínia retrata muitas mães pelo mundo, que ficam sem saber o que fazer quando os filhos crescem, que acabam “metendo o bedelho” onde não são chamadas e, no final, ainda são tachadas de chatas e irritantes só por quererem cuidar de seus pimpolhos – já crescidos. O filme mostra bem o lado materno desse drama mãe x filhos e também deixa uma lição aos “aborrecentes” de plantão: cuidem das suas mães, as respeitem, porque você nunca sabe como será o dia de amanhã!

Quando vi o trailer de “Minha Mãe é uma Peça – O Filme”, já sabia que queria assistir esse filme justamente com a minha mãe. Ela adora comédia e é tipo Dona Hermínia, então imaginei que ela gostaria de assistir o filme no cinema comigo. No final, nos divertimos pra caramba – eu até chorei, porque tem umas cenas emocionantes no longa – e saímos de lá nos abraçando e brincando uma com a outra (como sempre). Esse filme é bom pra ver com a família (de preferência com a sua mãe). Eu gostei muito e fiquei com muita vontade de ter visto a peça. Recomendadíssimo!



sábado, 22 de junho de 2013

Sessão Pipoca #34 - Se Beber, Não Case! Parte III

Pensa num filme que eu fui ver com as expectativas lá embaixo, e que me surpreendeu pra caramba. Pensou? É “Se Beber, Não Case! Parte III”!


Se Beber, Não Case! Parte III (2013)
Título Original: The Hangover Part III
Direção: Todd Phillips
Gênero: Comédia
Duração: 100 minutos (1h40)

Você pode ler a sinopse no filmow? Eu deixei o link ali, nas informações gerais do filme. É que eu não tô muito a fim de contar, não. Tô com preguiça. Desculpa. :\

Gente, eu assisti ambos os filmes anteriores: a parte um e a parte dois, no cinema. Fui com a minha mãe, e ela simplesmente adorou - eu amei o primeiro, e gostei um pouco menos do segundo. Aí é claro que eu levei minha mãe linda pra assistir a parte três também. Fomos com a expectativa baixa, já pensando no prejuízo que o ingresso ia causar, quando nos surpreendemos já nos minutos iniciais: é, o filme já começa bom, e fica assim até o final.

Eu achei o filme superdivertido. A parte três fugiu do “roteiro original” (aquela coisa de despedida de solteiro mucho loca e tal) - e, ao contrário de muitas pessoas, acho que a mudança deu certo. As atuações também ficaram maravilhosas! Zach Galifianakis, que interpreta o Alan, é um ator muito bom! Sem brincadeira, ele é a alma de “Se Beber, Não Case!”. Desde o primeiro filme.


E aí vai minha opinião final: vale a pena assistir “Se Beber, Não Case! 3” no cinema? Com certeza! Pegue seu dinheirinho, compre seu ingresso, sua pipoca e seu refrigerante, e se divirta por uma hora e meia. Se você for que nem eu, dará risada do início ao fim. Apesar de alguns errinhos e falhas comuns, a parte três da franquia ficou muito boa, e você provavelmente não vai se arrepender de assisti-la.


PS: Reparem nos pôsteres da série, fazendo sátira a vários filmes conhecidos, inclusive Harry Potter e as Relíquias da Morte, hahah.

domingo, 3 de março de 2013

Sessão Pipoca #33 – “O Lado Bom da Vida” e “Dezesseis Luas”

Sessão Pipoca dupla porque já era pra eu ter falado sobre “O Lado Bom da Vida” há bastante tempo, mas acabei não falando. Anyways, não quero enrolar muito, só vou dizer que as “resenhas” não estarão muito completas, vai ser só um resuminho e o que eu achei dos filmes, ok?


O Lado Bom da Vida (2012)

Título Original: Silver Linings Playbook
Direção: David O. Russell
Gêneros: Comédia, Drama
Duração: 122 minutos
Pat Solitano Jr. (Bradley Cooper) perdeu absolutamente tudo na vida: sua casa, o emprego e a esposa. Deprimido, ele vai parar em um sanatório, onde fica internado por oito meses. Ao sair, Pat passa a morar com os pais e está decidido a reconstruir sua vida, o que inclui retomar o casamento, passando por cima de todos os problemas que teve. Entretanto, seu novo plano começa a mudar quando ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence), uma garota misteriosa que também tem seus problemas.

Eu perdi o comecinho do filme – cheguei atrasada no cinema –, mas acho que isso não vai influenciar muito na resenha. Pra resumir: Pat encontrou sua mulher o traindo com um homem que trabalhava junto com ela, pirou, espancou o cara quase até a morte, foi internado em um sanatório, e acabou de sair de lá. Ele acha que vai conseguir reconquistar sua mulher, sua casa e seu emprego, mas aos poucos vai percebendo que não é bem assim.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Na Minha Caixa de Correio #73

Estou tentando não comprar/pedir mais livros enquanto eu não ler a maioria dos que eu já tenho. No que isso resulta? Na compra de outras coisas que eu gosto, como filmes e séries. Já que eu não postei a Caixa de Correio da semana passada, tenho vários filmes para mostrar para vocês. A maioria eu comprei em um sebo perto do serviço da minha mãe (ainda estou devendo um post sobre sebos, sorry).


O vídeo ficou longo demais para o meu gosto, então eu espero que não tenha entediado ninguém. Quero realmente que vocês opinem sobre o que querem que eu mostre na Caixa de Correio, quando eu não receber nenhum livro novo. Lembrem-se de clicar em “gostei” lá no Youtube, para ajudar na divulgação. Já assistiram algum desses filmes? Gostam de “Modern Family” também? Comentem! :*

Sessão Pipoca #32 – João e Maria: Caçadores de Bruxas


João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013)
Título Original: Hansel and Gretel: Witch Hunters
Direção: Tommy Wirkola
Gêneros: Ação, Comédia, Terror
Duração: 85 minutos
A trama do filme se passa 15 anos depois dos acontecimentos da história original dos irmãos Grimm. Depois de escapar da bruxa e sua casa de doces na infância, João e Maria tornaram-se especialistas em caça às feiticeiras.

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Você deve conhecer o João e a Maria. Eles são aquelas crianças curiosas que entraram em uma casa feita de doces e foram atacados por uma bruxa má que queria fazê-los engordar para poder comê-los. Bom, em “João e Maria: Caçadores de Bruxas”, essas duas crianças cresceram. E aquela bruxa má foi morta por eles.

A estória do filme se passa quinze anos depois do acontecimento na casa feita de doces. João e Maria se tornaram caçadores de bruxas, e ficaram bem famosos no ramo. Não é uma profissão muito boa, mas alguém tem que fazê-la.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Sessão Pipoca #31 – De Pernas Pro Ar


De Pernas Pro Ar (2010)
Título Original:
Gêneros: Comédia, Nacional
Duração: 107 minutos
Alice (Ingrid Guimarães) é uma mulher de 30 e poucos anos, casada com João (Bruno Garcia), mãe de um filho e muito bem-sucedida profissionalmente. Alice é uma típica workaholic, que tem no trabalho o seu maior e único prazer. Por outro lado, sua vida pessoal não existe: afetividade zero, libido zero, vida pessoal zero. E se faltam afetividade e sexo na vida de Alice, sobra no apartamento de sua vizinha, a estonteante Marcela (Maria Paula). Uma verdadeira expert no assunto, Marcela é dona de uma sex shop e sabe tudo quando o tema é a busca do prazer. Como nas típicas comédias de erros, a vida de Alice e de Marcela vão se cruzar e ambas sofrerão grandes transformações a partir desse encontro.

Em “De Pernas Pro Ar”, comédia brasileira de 2010, nós conhecemos a Alice, uma empresária workaholic que esqueceu completamente da sua vida social. Ela acha que tem uma vida perfeita, claro, mas não percebe que não conhece seu próprio filho, e seu casamento está em ruínas.

Quando o seu marido pede um tempo – aliás, ele deixa um recado na secretária eletrônica, porque diz que ela não o escuta – e, no mesmo dia, perde o emprego, Alice percebe que sua vida deve mudar. Ela conhece a Marcela, que mora no mesmo condomínio que ela e, indiretamente, foi a responsável por causar sua demissão. Marcela é uma mulher linda, aparentemente bem resolvida, que é dona de uma sex shop. Como Alice entende de negócios, as duas acabam virando sócias.

A sex shop cresce (graças às idéias de Alice), sua vida em casa melhora, seu marido quer reatar o casamento, seu relacionamento com os pais melhorou muito também... A vida de Alice, finalmente, está perfeita? Mas João, seu marido, não sabe que ela é dona de uma sex shop. E parece que o problema continua, no casamento: antes viciada no trabalho, e agora viciada em sexo, Alice ainda não dá a atenção necessária a João. Talvez a vida dela não esteja tão bem resolvida assim.


Eu gostei bastante de “De Pernas Pro Ar”. Não é tão hilário quanto o trailer faz parecer, mas garante umas boas risadas. Não indico como um filme para a família, já que fala bastante sobre sexo – e mostra muitos vibradores, isso é meio constrangedor quando você tá assistindo com os seus pais, né?

Confesso que não gosto muito da Maria Paula (o papel ridículo dela em Casseta & Planeta me fez ficar com uma má impressão da atriz), mas ela foi perfeita para o papel de Marcela. A Ingrid Guimarães também não poderia ter sido melhor: incorporou a Alice direitinho. Portanto as atuações estão muito boas.

E o que tirou um ponto do filme? O óbvio. Talvez por ser apenas uma versão brasileira das comédias americanas que tanto conhecemos, “De Pernas Pro Ar” não trás nada diferente a quem assiste. Tem a garota gostosa, uma parte meio dramática, a pitada certa de sexo e comédia... E é isso. Acho que se o filme tivesse algum diferencial, agradaria bem mais os telespectadores. Mas ainda assim é um filme que vale a pena assistir.


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Divulgado o trailer de “Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos”

Comentei ontem na página do blog no facebook sobre o pôster de “Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos”. Achei lindo, mas disse que não estava muito empolgada com a estreia do filme. Pois bem, agora estou. O que mudou? Eu assisti o trailer!


“Cidade dos Ossos” está previsto para estrear em 23 de agosto de 2013, então tenho bastante tempo para reler o livro. Se quiserem ver o pôster também, cliquem aqui.

sábado, 29 de setembro de 2012

Sessão Pipoca #30 – Onde Vivem os Monstros

Onde Vivem os Monstros (2010)
Título Original: Where the Wild Things Are
Gêneros: Aventura, Drama, Fantasia
Duração: 101 minutos
Max (Max Records) é um garoto travesso mandado de castigo para seu quarto depois de desobedecer a mãe. Porém, a imaginação do menino está livre e o transporta para um reino desconhecido. Encantado, Max parte para a terra dos Monstros Selvagens, onde Max é o rei. (Fonte)

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Max vem de uma família incompleta – sem um pai –, tem apenas sua irmã e sua mãe. Em um dia de neve, ele constrói um iglu, e fica chateado porque os amigos de sua irmã, em uma luta de bolas de neve, o destrói. Em um acesso de raiva, ele vai ao quarto de Claire e destrói algumas de suas coisas.

Um tempo depois, querendo atenção de sua mãe – e não conseguindo – ele coloca uma “fantasia” de algo que eu não identifiquei e implica com a mesma, chegando ao ponto de gritar com ela e mordê-la. Assustado, o garoto foge de casa. Andando sem rumo, ele acha um barco e decide usá-lo. Após alguns dias perdido em alto mar, ele avista uma ilha misteriosa, para onde ele se dirige. Lá ele encontra seus moradores: monstros.

Declarando-se uma pessoa dotada de poderes especiais, que poderiam “acabar” com os monstros em questão de segundos, ele torna-se seu Rei. Max convive com Carol (o primeiro monstro a aproximar-se do menino) e os outros por certo tempo, presenciando brigas, brincadeiras e até a construção de um forte. Max sente que a Ilha é a sua nova casa... Mas será que é mesmo?


O filme é um pouco arrastado, mas a ideia central é curta: Max na Ilha com os Monstros. Achei o filme um pouco confuso, sinceramente. Acho que lendo o livro homônimo, de Maurice Sendak, no qual o longa foi baseado, dá para ter uma noção bem melhor do que a estória quis passar (é só uma suposição, não sei como é o livro). Mas gostei do filme, principalmente pela profundidade psicológica – a falta de atenção com o Max, o fato de ele imaginar monstros que o acolhem e que, ao mesmo tempo, são parecidos e diferentes dele, com os quais ele se identifica, mas os quais às vezes ele não entende.

A fotografia é maravilhosa, assim como a atuação de Max Records, que interpreta o Max. Outro ponto forte do filme é a trilha sonora, que é muito boa. Adorei, principalmente, a música que toca no final, quando os créditos aparecerem. Mas ao mesmo tempo não fiquei tão atraída com o roteiro, por achá-lo muito simples. Então, no fim, eu dei três estrelas e meia para o filme, pois gostei dele, porém acho que poderia ter sido melhor. Mas recomendo a vocês assistirem, principalmente quem gosta de filmes de fantasia e/ou gosta de ler sobre/estuda comportamento infantil, que é muito tratado em “Onde Vivem os Monstros”.


sábado, 18 de agosto de 2012

Sessão Pipoca #29 – Entrevista com o Vampiro

Entrevista com o Vampiro (1994)
Título Original: Interview With the Vampire
Gêneros: Fantasia, Terror.
Duração: 123 minutos.
Acidentalmente, um repórter (Christian Slater) começa uma conversa com um homem (Brad Pitt) que diz ser um vampiro com duzentos anos e conta a trajetória de sua vida, desde a época em que ainda não era vampiro e como foi infectado pelo vampiro Lestat (Tom Cruise), com quem teve grandes aventuras, mas também grandes desavenças.

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Juro que apesar do nome, eu nunca parei para pensar que o filme “Entrevista com o Vampiro” é feito, realmente, em forma de entrevista. Um repórter começa a entrevistar Louis, um homem que se diz um vampiro. Ele conta como era a sua vida antes de se tornar um vampiro, fala sobre a morte de sua esposa, e como queria morrer também. Até que Lestat, um vampiro, decidiu aproveitar-se disso e transformá-lo em seu companheiro.

Louis, porém, não se acostumou facilmente com o modo de vida de Lestat: expansivo, brincalhão, que mata por prazer e não se importa com os seres humanos. O vampiro recém-criado não queria isso para si, e é a partir desse ponto que é desenvolvida a relação de amor e ódio de Lestat e Louis: ora eles são companheiros, um cuidando do outro; ora são praticamente inimigos mortais, pouco se importando com o bem estar do “amigo”.

sábado, 11 de agosto de 2012

Sessão Pipoca #28 – Licença Para Casar

Licença Para Casar (2007)
Título Original: License to Wed
Gêneros: Comédia, Romance.
Duração: 91 minutos.
Ben Murphy (John Krasinski) e Sadie Jones (Mandy Moore) estão noivos e ansiosos para enfim se casarem. Entretanto a St. Augustine, a tradicional igreja da família de Sadie e que é comandada pelo reverendo Frank (Robin Williams), apenas realizará o casamento se ambos passarem pelo famoso curso de preparação de noivos, ministrado pelo próprio reverendo. Sem alternativa, Ben e Sadie aceitam a exigência. Entretanto o curso, que é composto de aulas ultrajantes, estranhas lições de casa e invasões de privacidade, põe em risco o relacionamento entre eles.


Durante a festa de aniversário de casamento dos pais de sua noiva, Ben decide pedi-la em casamento. Para acompanhar a tradição da família, Sadie (a noiva) decide se casar na St. Augustine, que é a igreja na qual ela foi batizada, e onde a família da mesma tem história. Eles só não contavam com o fato de que o reverendo Frank, quem comanda a igreja, os faz passar por um curso com duração de três semanas, sem o qual eles não podem se casar.

A primeira regra do curso – e a mais importante – é a de que, a partir daquele momento, os dois não podem manter relações sexuais antes de se casarem. E a cada encontro, as regras e lições vão se tornando cada vez piores: como brigar (coisa que o casal nunca tinha feito), como falar sobre as preferências sexuais de cada um, como dirigir um carro com o olho vendado enquanto o parceiro te fala para onde ir, e outras piores.

sábado, 28 de julho de 2012

Sessão Pipoca #27 – Garota Fantástica

• Garota Fantástica (2009)
Título Original: Whip It!
Gênero: Ação, Comédia, Drama, Esporte.
Duração: 111 minutos.
"Garota Fantástica" conta a história de Bliss Cavendar (Ellen Page), uma garota rebelde e fã de rock independente que mora numa cidadezinha do Texas. A mãe de Bliss espera que ela participe de um concurso de beleza, mas contra o que se espera, ela entra para uma equipe muito especial de patinação e se inscreve em um torneio onde conhece outros jovens como ela. Agora, Bliss está prestes a entrar numa nova aventura da sua vida e durante isso ainda poderá descobrir o amor.

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A mãe de Bliss quer que sua filha participe de vários concursos de beleza, achando que está dando a ela a oportunidade que nunca teve. A garota, que não gosta desse tipo de coisa, faz o que a mãe pede, por um lado, para agradá-la, e por outro, para não perder tempo discutindo. Mas um dia Bliss vê um cartaz, um convite para o torneio de Roller Derby, e ela decide ir com sua melhor amiga, Pash (Alia Shawkat). Lá ela conhece um mundo diferente, pelo qual ela fica encantada.

Bliss vê aquelas mulheres patinando em uma pista oval, batalhando pela liderança do campeonato, e logo já fica animada. No final do “jogo”, ela vai até uma das competidoras, que diz a ela que as inscrições para entrar no time estão abertas, e a seleção aconteceria dali a alguns dias. Bliss decide participar, e quando ela entra para o time, descobre que essa sim é a sua vocação, e não participar de concursos de beleza. Pena que ela está mentindo para os seus pais sobre o motivo de ela estar voltando mais tarde para casa, e também para as suas colegas de grupo, que não sabem que ela tem apenas dezessete anos, e não vinte e um, que é a idade necessária para jogar com o time. Será que isso vai dar certo?

“Garota Fantástica” é um filme sensacional! Lembro que eu tinha assistido só da metade até o final, e já gostei muito. Então, depois de muito tempo, decidi assistir o filme inteiro, e só posso dizer que já é um de meus filmes favoritos. Posso enumerar vários motivos para isto: a trilha sonora é ótima, com músicas que combinam muito bem com o filme; as atuações estão maravilhosas, dando destaque para Ellen Page (que não em conquistou nem um pouquinho em Juno) e Marcia Gay Harden, que interpreta a mãe de Bliss; a direção (que ficou por conta de Drew Barrymore) e a fotografia também estão ótimas, e são pontos fortíssimos para o filme; e por fim, o roteiro, que fala sobre um esporte super legal (não tão conhecido aqui no Brasil), e desenvolve, ao mesmo tempo, o relacionamento mãe e filha, o amor pelo Roller Derby, o relacionamento entre melhores amigas, etc.

Só posso dizer que me apaixonei pelo esporte (aliás, para quem não conhece, Roller Derby é um esporte que existe mesmo, e já está começando a ser praticado aqui no Brasil, apesar de estar longe de ganhar campeonatos e etc, eu acho), e o filme me conquistou totalmente. É como eu comentei na página do filme no filmow: Eu poderia assistir duas, cinco ou mil vezes, e nunca se tornaria cansativo. E não se tornaria, mesmo. Eu recomendo “Garota Fantástica”, independentemente de sua idade, seus gostos ou qualquer outra coisa. Simplesmente assista, porque vale a pena.


sábado, 21 de julho de 2012

Sessão Pipoca #26 – American Pie: O Reencontro

American Pie: O Reencontro (2012)
Título Original: American Reunion.
Gênero: Comédia, Romance.
Duração: 113 minutos.
Jim (Jason Biggs) e Michelle (Alyson Hannigan) estão casados e tem um filho, Evan (George Christopher Bianchi). A nova situação como pais fez com que se afastassem sexualmente, apesar de ambos manterem o apetite sexual. Kevin (Thomas Ian Nicholas) é casado e, segundo Jim, o "dono de casa perfeito". Oz (Chris Klein) se tornou apresentador de um programa de esportes na TV e leva uma vida de aparências ao lado da namorada. Finch (Eddie Kaye Thomas) simplesmente desapareceu e mantém contato apenas através de sua página no Facebook. Jim, Kevin, Oz e Finch foram convidados para a festa de reunião da turma de 1999 e, para matar a saudade dos bons tempos, decidem se encontrar na cidade em que moravam dois dias antes da festa. Logo ao chegar eles reencontram Stifler (Seann William Scott), que trabalha como estagiário em uma importante empresa, mas é sempre humilhado pelo chefe. Juntos, eles percebem o quanto mudou em suas vidas desde a época em que eram adolescentes, precisam lidar com as responsabilidades que surgiram e ainda reencontram antigos amores e amigos.


Depois da decepção de assistir “American Pie: O Livro do Amor”, pensei que qualquer filme que começasse com “American Pie...” dali em diante seria péssimo. Mas aí lançaram “American Pie: O Reencontro” – que promete trazer de volta as personagens originais, relembrar a época em que American Pie era, realmente, um filme de comédia. E conseguiu? Claro, e com louvor!

No oitavo filme da franquia, que muitos fãs consideram como o quarto, já que “American Pie: O Casamento” foi o último filme com o elenco completo, a turma de 1999 se reúne após treze anos sem se verem. Jim, Oz, Finch e Kevin combinam de se encontrarem uns dias antes, para conversarem, saírem... Enfim, saberem como anda a vida um do outro. E acabam encontrando Stifler, que se junta ao grupo. Claro que os cinco reunidos não poderiam causar qualquer coisa que não seja confusão. E quando a turma inteira se reúne, sentimentos antigos vem a tona, trazendo de volta os adolescentes de anos atrás.

Eu queria muito ter assistido “American Pie: O Reencontro” no cinema. Apenas porque eu adoro American Pie – deixando de lado o fracasso dos últimos filmes. Mas no final acabei assistindo em casa, mesmo. Eu gostei muito do filme, achei ótimo. Ele é exatamente o que promete: a volta das antigas personagens, a trama voltada para sexo – mas sem ser essa vulgaridade, quase pornô, dos últimos filmes – e as zoações do quinteto de amigos.

“O Reencontro” volta às origens de American Pie. É um filme engraçado, cheio de besteiras, e que serviu perfeitamente para o propósito dele: um encerramento para a franquia. As personagens se ajeitaram, os amigos se reencontraram, Stifler continua o mesmo paspalho... Os fãs agora sabem como tudo acabou. Não há mais o que explorar com essa turma, e “O Reencontro” deu esse gostinho de “American Pie: A Primeira Vez é Inesquecível”, ao mesmo tempo em que deixou sua mensagem: fãs, este é o final. Aproveitem, porque acabou. E acabou muito bem!

Trailer – Inglês (Legenda – PT BR)


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Estreias da Semana – Junho #3

Eu sei que não postei nada na segunda semana de Junho, então esse “#3” seria errado, mas como estes são lançamentos da terceira semana – ou melhor, segunda semana... Terceira sexta-feira – decidi colocar assim. Então... Vamos às estreias!

• Prometheus (Prometheus)
Gênero: Ação, Drama, Ficção Científica, Mistério, Suspense, Terror e Thriller.
Duração: 119 minutos.
O visionário cineasta Ridley Scott retorna ao gênero que ele ajudou a definir, criando um épico de ficção científica original nos cantos mais perigosos do universo. O filme leva uma equipe de cientistas e exploradores a uma jornada que testará seus limites físicos e mentais e os largará em um mundo distante, onde eles descobrirão as respostas para nossos dilemas mais profundos e para o maior mistério da vida.

Nem a sinopse nem os pôsteres me instigaram muito a assistir esse filme, sinceramente. Além disso, eu até vi alguns comentários positivos no Filmow, mas a maioria eram comentários negativos – particularmente em relação ao roteiro. Então... Não sei. Estou na dúvida, pra falar a verdade, haha.


• Amor Impossível (Salmon Fishing in the Yemen)
Gênero: Comédia, Drama, Romance.
Duração: 107 minutos.
A história do Dr. Alfred Jones, um cientista de pesca que se encontra relutantemente envolvido em um projeto para trazer a pesca do salmão para as terras altas do Iêmen - um projeto que vai mudar a sua vida e o curso da história política britânica para sempre.

Eu não entendi duas coisas em relação a este filme: porque, no Filmow, está escrito que o filme é de 2011, e ao mesmo tempo, em ‘estado’ está como ‘nos cinemas’? E como que tiveram a ideia de traduzir Salmon Fishing in the Yemen para Amor Impossível? Enfim, voltando ao livro... O pôster é bem bonito e atrativo, mas não sei se me interesso em assistir. Vi comentários positivos, mas ainda fico na dúvida.


• O Moinho e a Cruz (The Mill and the Cross)
Gênero: Drama, Fantasia.
Duração: 97 minutos.
Uma recriação arrebatadora da pintura épica de Pieter Brugel "A procissão para o Calvário", de 1654. No filme, Rutger Hauer representa Bruegel, Michael York vive um colecionador de arte amigo do pintor e Charlotte Rampling é a inspiração para sua Virgem Maria. Assim Majewski – usando efeitos visuais, tomadas em locações fantásticas na Polônia, na Áustria e na Nova Zelândia e um imenso pano de fundo pintado à mão – conta a história da pintura através de uma análise minuciosa de rituais seculares da vida cotidiana flamenga no século XVI, em toda a sua ocre imundície, com cenas que revelam as escolhas artísticas de Bruegel e o contexto político do momento. A pintura literalmente ganha vida neste filme encantador, em que cenas fantásticas invadem o espectador como um sonho adentra um corpo adormecido.

Esse filme, pelo pôster, pela sinopse e pelos comentários que eu li, parece ser daqueles que você assiste e não consegue esquecer, sabe? Me interessei, acho que deve ser bom. Novamente, não entendi o Filmow. No site Cine POP diz que o filme estreia hoje – em DVD, pelo jeito – mas no Filmow, a informação é que o filme é de 2011. Então me corrijam se estiver errado, ok? Enfim, me interessei mesmo, este eu tenho certeza que quero assistir.


Não são muitos filmes que estreiam hoje, mas eles parecem ser bons, né? Saindo um pouco destes filmes mais comuns, como comédias românticas, aventuras e etc. Espero que vocês tenham gostado, e não se esqueçam de comentar por quais filmes se interessaram, tá bom?

Fontes: Sinopses e pôsteres: Filmow; datas de estreia: CinePOP.