Heist Society #1
Editora: Arqueiro
Páginas: 240
Quando tinha 5 anos, Katarina
Bishop distraiu os guardas da Torre de Londres para que o pai pudesse roubá-la.
Aos 7, ela ouviu o tio Eddie planejar a interceptação de 80% do caviar do
planeta. Quando fez 15 anos, Katarina armou um golpe por conta própria - um
esquema para entrar no melhor colégio interno dos Estados Unidos e deixar para
trás os negócios da família. Só que trocar de ramo e ter uma vida normal acabou
sendo mais difícil do que Kat esperava. Hale, seu amigo charmoso, bilionário e
antigo comparsa, logo aparece para levá-la de volta à realidade da qual ela
havia se esforçado tanto para fugir. Mas é por um bom motivo: uma inestimável
coleção de arte de um temido mafioso foi roubada e ele quer recuperá-la, custe
o que custar. Somente um mestre do crime poderia ter realizado essa proeza e o
pai de Kat é o único suspeito, embora insista em negar qualquer envolvimento.
Encurralado entre a Interpol e um inimigo assustador, ele precisa da ajuda da
filha. Para Kat, só existe uma saída: encontrar os quadros e roubá-los de
volta. Não importa se parece impossível, se ela não tem pistas do ladrão e se o
prazo é de apenas duas semanas. Com uma equipe de adolescentes talentosos e uma
mãozinha da sorte, Kat está determinada a realizar o maior golpe da história da
família e provar que jamais a abandonou.
Quando eu soube da parceria com as editoras Arqueiro e Sextante, logo pensei em um livro para pedir: Ladrões de Elite. Fazia tempo que eu queria ler este livro, e vi vários comentários positivos em meio a alguns negativos. Claro que as minhas expectativas estavam altas. E eu não me decepcionei.
Katarina – ou Kat, como prefere
ser chamada – estava muito feliz tentando ser uma adolescente normal,
estudando, há três meses, em uma das escolas mais importantes da Europa: a
Colgan. Até que ela é vítima de um golpe, que faz com que ela seja expulsa da
escola. Quem fez isto com ela? Hale, seu amigo e antigo comparsa, que precisa
da sua ajuda para recuperar os quadros roubados de um ladrão/mafioso muito
perigoso, que diz que o pai de Kat foi quem os pegou.
Após conversar com seu pai e
convencer-se de que ele não roubou quadro nenhum – até porque estava executando
outro serviço, que foi seu “álibi” – Kat tem que descobrir, afinal, quem foi
que roubou os quadros – e roubá-los de volta – e tem apenas duas semanas para
isto, senão seu pai é quem sofrerá as consequências.
Após descobrir que os quadros
estão escondidos no Henley – um museu lindo e, por obra do destino, um cujo
nenhum ladrão roubou, nunca – Kat tem
que reunir uma equipe e passar por todos os equipamentos de última geração do
museu, para conseguir as telas de volta. Muitas pessoas serão envolvidas na sua
jornada, e muitos também lhe ajudarão.
Gente, que livro é esse? Eu amei a estória! Adolescente ladrões, quem mais poderia ter pensado
nisso? Além de ter um tema totalmente diferente, a Ally ainda conseguiu colocar
uns mistérios, sutilmente, que fazem toda a diferença ao longo da narração. Ah,
e as personagens, totalmente cativantes. Até o vilão mostra-se um personagem do
qual o leitor não quer se livrar. Não sei explicar bem, acho que o livro é
perfeito! Não lembro de nenhum ponto negativo, e recomendo a leitura para todos! Já quero comprar “Uncommon Criminals”, a continuação.
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