
Rangers: Ordem dos Arqueiros #1
John Flanagan,
Editora Fundamento
“Ruínas de Gorlan” é o primeiro livro da série “Rangers: Ordem dos Arqueiros”. Confesso que peguei o livro emprestado mais por curiosidade, até porque ele não me chamou tanto a atenção assim. Certo, arqueiros, uma coisa diferente. Mas parecia uma leitura mais normal, que não ia me impressionar tanto. Ah, como eu estava enganada!
O livro começa nos apresentando Will e seus “amigos” protegidos do castelo Redmont. Os cinco – Will e os outros protegidos – vivem no Castelo porque são órfãos. Mas a grande diferença entre os quatro e Will é que ele nunca chegou a conhecer os pais. E, mais do que isso, ninguém sabe qualquer coisa sobre ele – há não ser o fato de ele ter lutado na guerra contra Mangarath.
Sabendo que seu pai lutou na Guerra, Will o imagina como um grande guerreiro, portanto o que mais quer é ser escolhido por sir. Rodney para entrar na Escola de Guerra, mas por ser baixinho e magricelo, não é isso o que acontece – o que acaba deixando o garoto muito triste, porque ele foi o único dos protegidos que não foi escolhido por nenhum Mestre de Ofício.
Mas nesse mesmo dia da sua “decepção”, Will conhece Halt, o arqueiro do Reino. Após o ver sussurrando no ouvido do Barão Arald, e lhe entregando uma folha, Will fica intrigado – e também amedrontado – com aquele “ser”. E, sendo um garoto muito curioso, ele tenta entrar no escritório do barão, para ver o que estava escrito na folha, já que ele sente que lá está o seu destino.
À partir daí, Will descobre que Halt o quer como aprendiz, e ele, é claro, aceita, para não ser mandado pras fazendas e ter uma vida... Monótona, digamos. Ao longo do livro, o menino descobre muitas coisas sobre seu mestre, e torna-se amigo de Horace, com quem ele vivia discutindo. Ele também descobre mais sobre o seu passado, e também que “há males que vem para bem”, afinal, ele combina bem mais com a vida de arqueiro – podendo escalar muros e árvores sem dificuldade, passando despercebido e etc – do que com a vida de guerreiro.
Acho que não consegui passar direito o que eu senti lendo o livro, ou mesmo a história, mas parece que quanto mais você gosta de um livro, mais difícil fica resenhá-lo. Bom, pelo menos eu sinto isso, rs. Achei a história muito boa, que cativa e nos faz não querer mais parar de ler. Mal posso esperar pra pegar os outros livros da série emprestados, IAUISIAHSIA Livro recomendadíssimo.
Samantha